Vendas de materiais de construção caem 5,3%

0
376
Nos últimos 12 meses, a queda nas vendas de materiais de construção é de 6,8%
Nos últimos 12 meses, a queda nas vendas de materiais de construção é de 6,8%
Nos primeiros 5 meses do ano, as vendas de materiais de construção caíram 7,4%

As vendas de materiais de construção no Brasil caíram 5,3% em maio, em comparação ao mesmo período de 2014, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT).  Em relação a abril, entretanto, houve um aumento de 6,5% nas vendas. O resultado acumulado no janeiro-maio deste ano apresentou queda de 7,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses a queda é de 7,3%.

Nos últimos 12 meses, as vendas de materiais de construção caíram 7,3%
Nos últimos 12 meses, as vendas de materiais de construção caíram 7,3%

Para os próximos meses as projeções apontam para a ligeira e gradual recuperação com um desempenho melhor no varejo, início da terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal,  bem como a substituição de importações resultante da continuidade da desvalorização do Real. “É preciso retomar uma agenda positiva de crescimento na economia, que estimule o setor privado a investir, se inicie uma nova fase de construção na infraestrutura e afaste de vez a ideia de aumento nos impostos”, afirma o presidente da ABRAMAT, Walter Cover.

O Executivo também acrescentou que é preciso avançar nos acordos de leniência, de forma a permitir que as grandes construtoras voltem a executar as grandes obras de infraestrutura.

Construção – O nível de emprego na construção civil no país registrou queda de 0,78% em abril em relação ao mês anterior, quando a queda foi de 0,68%, segundo levantamento da   Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Sinduscon-SP. O saldo entre demissões e contratações ficou negativo em 25,4 mil trabalhadores com carteira assinada no mês, de acordo com a pesquisa.

Essa é a 14ª vez consecutiva que o índice registra queda mensal. Nos primeiros quatro meses do ano, o saldo negativo soma 90,2 mil vagas, indicando queda de 2,72% em relação a dezembro. Com isso, ao final de abril o número de trabalhadores do setor totalizava 3,228 milhões.