Reajuste de aluguel: índice diminui em novembro

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O IGP-M da Fundação Getúlio Vargas, que serve como índice de reajuste de aluguel, variou 1,52% em novembro
O IGP-M da Fundação Getúlio Vargas, que serve como índice de reajuste de aluguel, variou 1,52% em novembro
O IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, variou 1,52% no mês

O reajuste de aluguel medido pelo IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) será menor em novembro. O índice variou 1,52%, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em outubro, o IGP-M variou 1,89%. Em novembro de 2014, a variação foi de 0,98%. A variação acumulada em 2015, até novembro, é de 10,00%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 10,69%.

Assim, os aluguéis que vencem em dezembro e tem o IGP-M como índice devem ser reajustados em 10,69%.

O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,40% em novembro, acima do resultado de outubro, de 0,27%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,86%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,57%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação, pelo terceiro mês consecutivo.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) diminui em novembro e variou 1,93%. No mês anterior, a taxa foi de 2,63%. O índice relativo aos Bens Finais variou 2,96%, em novembro. Em outubro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,69%. Contribuiu para este avanço o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -1,70% para 12,29%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 1,80%. Em outubro, a taxa foi de 1,71%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,90%, em novembro, ante 0,64%, em outubro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,45% para 1,37%).  Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -10,71% para 11,42%.