Reajuste de aluguel: IGP-M sobe 0,98% em março

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O IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, subiu 3,16% em 12 meses
O IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, subiu 3,16% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como parâmetro de reajuste de aluguel, subiu 0,98%, em março, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em fevereiro, o índice variou 0,27%. Em março de 2014, a variação foi de 1,67%.

O IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, subiu 3,16% em 12 meses
O IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, subiu 3,16% em 12 meses

Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 3,16%. Com isso, os aluguéis que vencem em março e são reajustados pelo IGP-M devem subir os mesmos 3,16%.

O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminuiu e registrou, em março, variação de 0,36%, abaixo do resultado de fevereiro, de 0,50%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,41%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,77%. O índice que representa o custo da Mão de Obra teve alta de 0,31%. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,26%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,92%. No mês anterior, a taxa foi de -0,09%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,65%, em março. Em fevereiro, este grupo de produtos subiu 1,18%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,03% para 4,14%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura combustíveis, o índice de Bens Finais registrou variação de 0,33%. Em fevereiro, a taxa foi de 0,41%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,34%. Em fevereiro, a taxa foi de -0,35%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -0,88% para 0,40%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,53%, ante -0,21%, em fevereiro.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 2,02%, em março. Em fevereiro, o índice registrou variação de -1,32%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (-6,39% para 8,30%), minério de ferro (-3,52% para 1,19%) e milho (em grão) (-1,08% para 3,75%). Em sentido oposto, destacam-se: mandioca (aipim) (10,94% para -1,31%), café (em grão) (1,50% para -3,23%) e algodão (em caroço) (6,41% para 0,49%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 1,42%, em março, ante 1,14%, em fevereiro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (1,19% para 2,93%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 3,68% para 16,84%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (0,92% para 1,10%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,72%). Nestas classes de despesa, os destaques partiram dos itens: laticínios (-1,47% para 0,47%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,66% para 1,40%), respectivamente.