Oferta de imóveis para aluguel sobe mais de 9% em BH

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Edificio_JK     O mercado de imóveis para aluguel residencial em Belo Horizonte registrou, no primeiro semestre deste ano, alta acumulada de 5,08%,enquanto a inflação do período (IPCA-Ipead) foi de 5,05%. Em relação à  oferta de imóveis disponíveis para locação residencial, houve aumento de 9,58%.  No segmento comercial, os preços subiram 6,64% e a oferta aumentou 5,85% no semestre. Esses dados são da pesquisa realizada pela CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais) e pelo Ipead (Instituto de Pesquisas Econômicas e Administrativas) da UFMG, divulgada nesta quarta-feira (03/08).

       Em junho de 2011, quando o IPCA-Ipead indicou deflação na capital mineira (-0,03%), o valor do aluguel residencial teve aumento de 1,04%. Segmentada por tipos imobiliários, a pesquisa indica que houve aumentos de preços de 1,28% (apartamentos)e 1,20% (barracões). Já as casas tiveram uma redução de 0,66%. Segundo as classes de bairros, os
aluguéis de apartamentos apresentaram as seguintes variações: 0,37%(Popular), 1,82% (Médio), 1,76% (Alto) e 1,01% (Luxo).

               Com relação à  oferta residencial em junho, a pesquisa apontou aumento de 0,73%. O indicador de oferta por tipo de móveis apresentou elevação de 2,39% para apartamentos, 1,92% para os barracões e queda de 8,19% para casas.

               O valor do aluguel comercial apresentou, em junho, alta de 1,35% em Belo Horizonte. Segmentado por tipos imobiliários, o aumento dos preços de aluguéis comerciais no mês foi o seguinte: 0,48% (andares corridos), 1,74% (casas comerciais), 1,23% (galpões), 1,27% (lojas) e 1,82% (salas).

               A oferta de imóveis comerciais registrou, no mês, aumento de 3,43%. O acumulado nos seis primeiros meses do ano também é positivo: 5,85%. Segmentando a variação da oferta comercial por tipos, a pesquisa mostra, em junho, quedas de 2,04% para casas comerciais, 14,52% para galpões e de 1,42% para salas. Houve elevações de 26,40% (andares corridos) e 3,96% (lojas).

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