Materiais de construção devem ter vendas estáveis

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Pesquisa mostra que 45% das indústrias de materiais de construção pretendem investir nos próximos 12 meses
Pesquisa mostra que 45% das indústrias de materiais de construção pretendem investir nos próximos 12 meses
Dados mostram que 54% das indústrias esperam vendas de materiais de construção estáveis em novembro

As vendas de materiais de construção devem permanecer estáveis. É o que aponta o termômetro mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT). O levantamento mostra que 54,5% dos empresários do setor esperam vendas regulares no penúltimo mês do ano.

A sondagem de expectativas também indica que 27,3% aguardam resultados ruins em novembro. Enquanto que para 9,1% as vendas devem apresentar bons resultados. O percentual, porém, é repetido no extremo negativo da pesquisa.

Os números seguem o padrão de outubro, quando 50% esperavam vendas regulares e 27,3% indicaram o período como ruim. Nos extremos, para 13,6% as vendas seriam melhores e para 9,1% outubro já se apresentava como um mês muito ruim para as vendas.

“A pesquisa de outubro junto aos empresários da indústria de materiais parece indicar que atingimos o “fundo do poço” no que se refere ao mercado. No período de setembro a novembro, predomina a perspectiva de vendas regulares. Essa situação deve permanecer por mais alguns meses antes de iniciar um ciclo favorável de vendas”, informa Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

O termômetro também indica que 5% das empresas estão otimistas sobre as ações do Governo para o setor da construção civil nos próximos meses. No mês anterior o otimismo estava em 0%.

A pesquisa ainda registrou que 45% das indústrias pretendem investir nos próximos 12 meses.

 A ABRAMAT representa aproximadamente 70% de toda indústria dos materiais de construção. Entre os temas que representam os focos de atuação da entidade estão: a competitividade da indústria, a desoneração fiscal de materiais para construção, a conformidade técnica e fiscal na produção e comercialização dos materiais, a profissionalização da mão-de-obra da construção, o inventivo ao desenvolvimento da construção industrializada (pré-moldados) e a responsabilidade socioambiental dos agentes do setor.