Juros do crédito imobiliário da Caixa caem

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O presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, diz que a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria e contribuem para estimular o mercado imobiliário. Foto: CAIXA/Divulgação
O presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, diz que a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria e contribuem para estimular o mercado imobiliário. Foto: CAIXA/Divulgação
Além de reduzir os juros do crédito imobiliário, o banco também aumentou para 70% a cota de financiamento de imóvel usado

Os juros do crédito imobiliário da  Caixa Econômica Federal caíram até 1,25 p.p. para o  crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). As taxas mínimas passaram, nesse caso, de 10,25% a.a para 9% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% a.a para 10% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

De acordo com o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros do crédito imobiliário facilita o acesso à casa própria e contribue para estimular o mercado imobiliário. “O objetivo da redução é oferecer as melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destaca.

Novas condições

Além da redução de juros do crédito imobiliário, a CAIXA também promoveu melhoria das condições no financiamento de imóveis para pessoa física.

O limite de cota de financiamento do imóvel usado sobe de 50% para 70%. A CAIXA também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

A CAIXA possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional para 2018. O banco mantém a liderança no setor com cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

SFH e SFI

Estão enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Todas as mudanças começam a valer nesta segunda-feira (16).

Fonte: CAIXA