Inflação do aluguel pelo IGP-M sobe 1,29% em fevereiro

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Em 2016, a variação acumulada da inflação do aluguel pelo IGP-M é de 2,44%
Em 2016, a variação acumulada da inflação do aluguel pelo IGP-M é de 2,44%
Em 12 meses, a inflação do aluguel pelo IGP-M foi de 12,08% 

A inflação do aluguel medida pelo  Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,29%, em fevereiro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em janeiro, o índice variou 1,14%. Em fevereiro de 2015, a variação foi de 0,27%. A variação acumulada em 2016, até fevereiro, é de 2,44%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Em 12 meses, a inflação do aluguel pelo IGP-M registrou alta de 12,08%. Assim, os contratos de aluguéis  que vencem em março e são indexados ao IGP-M devem ser reajustado em 12,08%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)  subiu 0,52% em fevereiro, acima do resultado de janeiro, de 0,32%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,53%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,52%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,51%. No mês anterior, este grupo variou 0,15%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou 1,45%. No mês anterior, a taxa foi de 1,14%. O índice relativo aos Bens Finais subiu 1,43%, em fevereiro. Em janeiro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,84%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,60% para 2,48%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 1,29%. Em janeiro, a taxa foi de 1,10%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 1,19%, em fevereiro, ante 1,48%, em janeiro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (2,36% para 1,42%).  Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 19,44% para 5,29%.