Índice de aluguel IGP-M recua para 0,89% em outubro

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Em 2018, o índice de aluguel IGP-M já subiu 9,25%
Em 2018, o índice de aluguel IGP-M já subiu 9,25%
Em 12 meses, o índice de aluguel IGP-M subiu 10,79%, segundo levantamento da FGV

O Índice de aluguel IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) baixou para 0,89% em outubro, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando variou 1,52%. O levantamento é da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com este resultado, o índice acumula alta de 9,25% no ano e de 10,79% em 12 meses. Em outubro de 2017, o índice havia subido 0,20% e acumulava queda de 1,41% em 12 meses. 

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,33% em outubro, contra 0,17% em setembro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,46%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,38%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,22% em outubro. No mês anterior, este índice não havia registrado variação.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou de 2,19% em setembro para 1,11% em outubro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 1,15% em outubro, contra 1,00% no mês anterior. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de 0,19% para 0,91%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou alta de 0,94% em outubro, ante 0,45% no mês anterior.

IPC sobe 0,51 no mês

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,51% em outubro, ante 0,28% em setembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram avanço em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,01% para 0,70%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou -5,61% para 10,13%. 

Também apresentaram avanço em suas taxas de variação os grupos Transportes (0,59% para 1,06%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,48%), Educação, Leitura e Recreação (0,52% para 0,63%) e Comunicação (0,05% para 0,17%). As principais influências observadas partiram dos seguintes itens: gasolina (1,71% para 3,49%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,64% para 0,86%), salas de espetáculo (-2,92% para 1,66%) e tarifa de telefone móvel (-0,44% para 0,05%).