Índice de aluguel começa outubro em alta

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O IGP-M, que serve como índice de aluguel, teve forte alta na primeira prévia de outubro
O IGP-M, que serve como índice de aluguel, teve forte alta na primeira prévia de outubro
IGP-M, que serve como índice de aluguel, subiu 1,64% na primeira prévia de outubro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como índice de aluguel,  subiu 1,64%, na apuração referente ao primeiro decêndio  de outubro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 0,56%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de outubro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de setembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também subiu no primeiro decêndio de outubro, com taxa de variação de 0,12%, acima do resultado do mês anterior, de 0,09%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,25%. No mês anterior, a taxa foi de 0,19%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não apresentou variação, o que já havia ocorrido no primeiro decêndio de setembro.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 2,36%, no primeiro decêndio de outubro. No mesmo período do mês de setembro, o índice variou 0,75%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,52% para 1,34%. Contribuiu para este movimento o subgrupo bens de consumo não duráveis exceto alimentação e combustíveis, cuja taxa passou de 0,70% para 1,94%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,84%, ante 0,83%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura que passou de 0,91% para 2,71%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 0,40%, no primeiro decêndio de outubro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,25%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,19% para 0,66%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item tarifa de ônibus urbano, cuja taxa passou de -0,09% para 2,78%.