Inadimplência de aluguel sobe 2% em São Paulo em 2017

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A inadimplência de aluguel gerou 17.863 ações locatícias em São Paulo em 2017.Foto: Pixabay.com
A inadimplência de aluguel gerou 17.863 ações locatícias em São Paulo em 2017.Foto: Pixabay.com
A inadimplência de aluguel na cidade de São Paulo cresceu 2%; Levantamento mostra que, no ano passado, foram ajuizadas 17.863 ações locatícias  contra os 17.490 processos em 2016

A inadimplência de aluguel em São Paulo subiu 2,1% em 2017, segundo levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), realizado no Tribunal de Justiça do Estado São Paulo. A apuração  mostra que, em 2017, foram protocoladas na capital paulista 17.863 ações locatícias, o que representa uma ligeiro aumento de 2,1% em comparação ao ano anterior, quando foram ajuizadas 17.490 processos.

“Em um ano de recessão, um aumento de 2% é pequeno, tendo em vista a quantidade de quase 800 mil imóveis alugados na cidade, comprovando que o mercado de locação é forte e tem uma legislação sólida”, afirma Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.

As ações por falta de pagamento de aluguel foram responsáveis por 88,3% dos casos ajuizados em 2017, com 15.768 ações. As renovatórias compareceram na segunda posição, com 869 ações e participação de 4,9%. As Ordinárias e as Consignatórias participaram, respectivamente, com 126 (0,7%) e 1.100 (6,2%) processos.

No mês de dezembro, foram registradas 1.285 ações locatícias, aumento de 0,7% em comparação com o mês de novembro (1.160 ações). Em relação a dezembro de 2016, a alta foi de 1,4% com 1.267 ações.

Vendas sobem

Outra pesquisa do Sindicato da Habitação apurou que em novembro de 2017 foram comercializadas 3.869 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. O resultado representa um crescimento de 95,3% em relação às 1.981 unidades vendidas no mês de outubro, e de 124,4% frente às 1.724 unidades comercializadas em novembro de 2016.

De janeiro a novembro de 2017, as vendas totalizaram 18.660 unidades, um aumento de 32,8% em comparação com o mesmo período de 2016, quando foram comercializadas 14.048 unidades.

Fonte: Secovi-SP.