Financiamento imobiliário: CAIXA libera R$ 4 bi

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Esta linha de financiamento imobiliário tem juros entre 7,85% e 8,85% ao ano
Esta linha de financiamento imobiliário tem juros entre 7,85% e 8,85% ao ano
A linha de financiamento imobiliário chega a  85% de imóveis de até R$ 400 mil, com prazo de 360 meses

O financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal  disponibilizou R$ 4 bilhões para a linha de crédito para pró-cotista, com as novas condições definidas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em maio deste ano.

O Conselho é um colegiado tripartite composto por entidades representativas dos trabalhadores, dos empregadores e representantes do Governo Federal.

Esta linha de financiamento imobiliário tem juros entre 7,85% e 8,85% ao ano
A linha de financiamento imobiliário tem juros entre 7,85% e 8,85% ao ano

A linha de crédito financia até 85% de imóveis de até R$ 400 mil, pelo prazo máximo de 360 meses. As taxas de juros efetivas variam entre 7,85%  e 8,85% ao ano.

Para contratar nessa modalidade, o proponente não pode ser proprietário de imóvel no município onde reside ou trabalha, e nem nos municípios vizinhos e integrantes da mesma região metropolitana. Além disso, é preciso ter trabalhado 36 meses, consecutivos ou não, sob regime do FGTS. Caso o cliente não possua contrato de trabalho ativo, deve possuir saldo em conta vinculada do FGTS correspondente a, no mínimo, 10% do valor do imóvel.

Desde o início do ano, a CAIXA contratou R$ 1,35 bilhão destinado a clientes que procuraram a linha pró-cotista.

Pró-Cotista:
A linha destina recursos financeiros para a concessão de financiamentos de imóveis residenciais situados em áreas urbanas, exclusivamente para trabalhador titular de conta vinculada do FGTS, observadas as condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de utilização do FGTS para a aquisição de moradia própria.

Para fazer o financiamento imobiliário para pró-cotista, os interessados devem procurar as agências da Caixa em todo o país ou um representante imobiliário do banco. 

O Conselho Curador do FGTS – CCFGTS é presidido pelo Ministro de Estado do Trabalho e Emprego. Ao MTE compete, dentre outras atribuições, a fiscalização do recolhimento das contribuições ao FGTS.

 Fonte: Caixa.