Custo de construção civil diminui em agosto

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o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou alta de 0,26% no custo de construção civil
o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou alta de 0,26% no custo de construção civil
Além do custo de construção diminuir, a confiança do setor subiu 1,8 ponto

O custo de construção civil, medido pelo Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em agosto, taxa de variação de 0,26%, abaixo do resultado do mês anterior, de 1,09%. O levantamento é da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,12%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,26%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 1,93%.

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou alta de 0,26%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. Dos quatro subgrupos componentes, dois apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para instalação, cuja taxa passou de -0,36% para 1,19%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de -0,01%, em julho, para 0,28%, em agosto. Neste grupo, vale destacar a aceleração da taxa do subgrupo projetos, cuja variação passou de 0,44% para 0,84%.

Mão de Obra

O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,26% em agosto, ante 1,93% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido aos reajustes salariais registrados em Porto Alegre e Salvador. Esta última cidade captou a segunda parte do reajuste salarial praticado em janeiro de 2016.

Cinco capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre. Em contrapartida, Rio de Janeiro e São Paulo registraram desaceleração. 

Já o Índice de Confiança da Construção (ICST) subiu 1,8 ponto em agosto, alcançando 72,5 pontos – o maior nível desde julho de 2015, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Após a segunda alta consecutiva, o índice acumula ganho de 5,9 pontos desde o mínimo histórico de fevereiro.