Custo de construção civil sobe 0,40% em agosto

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No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos subiu 0,22% no custo de construção civil. Foto: Pixabay
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos subiu 0,22% no custo de construção civil. Foto: Pixabay
Mão de obra representou alta de 0,56% no custo de construção civil

O custo de construção civil, medido pelo  Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 0,40 em agosto,  acima do resultado do mês anterior, de 0,22%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,20%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,03%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,56%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,37%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,22%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,03%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,16% para 0,37%.

A parcela relativa a Serviços passou de uma taxa de 0,06%, em julho, para 0,10%, em agosto. Neste grupo, vale destacar a aceleração de aluguel de máquinas e equipamentos, cuja taxa passou de -0,09% para 0,14%.

O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,56% em agosto, ante 0,37% no mês anterior. Esta variação ocorreu devido aos reajustes salariais de Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Cinco capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Salvador e Brasília registraram desaceleração.

Confiança aumenta

Índice de Confiança da Construção (ICST) da Fundação Getulio Vargas subiu 1,5 ponto em agosto, alcançando 76,1 pontos, considerando-se dados dessazonalizados. Após a terceira alta consecutiva, o índice passa a acumular ganho de 4,1 pontos no ano.

“O aumento da confiança pelo terceiro mês consecutivo pode finalmente apontar o início da retomada da atividade da construção. A análise da evolução da confiança nos diversos segmentos, no entanto, aponta falta de regularidade na melhora. A cada mês, o aumento da confiança é motivado por um ou mais segmentos diferentes, indicando que, por enquanto, nenhuma área registra um movimento consistente de crescimento.”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.