Custo de construção civil sobe 0,33% em outubro

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No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,50%, ante 0,39% no mês anterior no custo de construção civil.Foto: Sinduscon-MG/Divulgação
No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,50%, ante 0,39% no mês anterior no custo de construção civil.Foto: Sinduscon-MG/Divulgação
No custo de construção civil, os Materiais e equipamentos subiram 0,50% 
O custo de construção civil, medido pelo Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M),  subiu 0,33% em outubro, acima do resultado do mês anterior, que foi de 0,17%, segundo  levantamento da Fundação Getúlio Vagas (FGV). O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve variação de 0,46%, acima do mês anterior, quando a alta chegou a 0,38%. O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,22%, no mês anterior não havia registrado variação.

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a variação correspondente a Materiais e Equipamentos foi de 0,50%, ante 0,39% no mês anterior no custo de construção civil. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,48% para 0,76%.

A variação relativa a Serviços passou de 0,31%, em setembro, para 0,32%, em outubro. Neste grupo, vale destacar a aceleração da taxa do subitem aluguel de máquinas e equipamentos, a qual passou de 0,63% para 1,27%.

Custo da mão de obra

O índice referente à Mão de Obra registrou variação de 0,22%, no mês anterior este índice não variou. Esta variação ocorreu devido a reajustes salariais em Brasília.

Três capitais apresentaram aceleração em suas taxas de variação: Salvador, Brasília e São Paulo. Em contrapartida Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

Confiança do setor sobe 1,5 ponto

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 1,5 ponto em outubro, ao passar de 80,3 para 81,8 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice se mantém estável.

“O distanciamento dos dias conturbados de maio e a proximidade de mudança no cenário político parecem estar contribuindo para a recuperação da confiança do empresário da construção. Houve uma redução do pessimismo em grande parte dos segmentos setoriais, associada às expectativas de demanda para os próximos meses. A carteira de contratos das empresas cresceu, recuperando o patamar de 2015, o que deve sustentar a melhora da atividade nos próximos meses”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.