Custo de condomínios em São Paulo sobe 7,78% em 1 ano

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Em janeiro, os custos de condomínios em São Paulo subiram 1,73%
Em janeiro, os custos de condomínios em São Paulo subiram 1,73%

Tarifas de energia, água/esgoto e transporte foram responsáveis pelo aumento dos custos de condomínios em São Paulo

O levantamento, realizado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), indica que o Icon (Índice de Custos Condominiais) subiu 1,73% em janeiro e aumentou 7,78% nos últimos 12 meses – fevereiro de 2014 a janeiro de 2015  – em condomínios em São Paulo, enquanto o IGP-M teve alta de 3,98% em igual período.

Em janeiro, os custos de condomínios em São Paulo subiram 1,73%
Em janeiro, os custos de condomínios em São Paulo subiram 1,73%

O Icon (Índice de Custos Condominiais) foi desenvolvido pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para auxiliar o acompanhamento da evolução dos custos dos condomínios residenciais na Região Metropolitana de São Paulo.

O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara, atribuiu a elevação do primeiro mês do ano, principalmente, ao aumento das tarifas: energia elétrica (9,21%), água/esgoto (6,52%) e transporte público (17,2%). “É importante destacar que cada condomínio possui características próprias e os custos podem variam. Por isso, o síndico deve consultar a administradora do condomínio e verificar qual foi o aumento real dos custos para que, no futuro, não ocorra desequilíbrio nas contas do prédio”, alertou o vice-presidente.

Metodologia- O Icon calcula a variação dos custos baseado nos parâmetros de mercado, mas não deve ser utilizado como um índice automático e exclusivo de reajuste do rateio condominial. Os condomínios escolhidos para a análise, desenvolvida pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, possuem de 48 a 56 unidades, considerado um edifício padrão para a cidade de São Paulo, com 6 funcionários. Para facilitar a análise, o índice é dividido em 5 grupos. Os itens que integram o índice são aqueles que mais comumente fazem parte da composição de custos do condomínio. Não são considerados os custos de caráter extraordinário (reformas, embelezamento de fachada etc.). O índice desconsidera aumentos sazonais, como pagamento de 13º salário, férias, etc., realizando, desta forma, uma provisão de 1/12 nas contas.

Confira os custos de condomínios em São Paulo nos últimos 12 meses.