Crédito imobiliário tem o melhor janeiro da história

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Nos últimos 12 meses, o volume de crédito imobiliário alcançou R$ 113,8 bilhões
Nos últimos 12 meses, o volume de crédito imobiliário alcançou R$ 113,8 bilhões

Com empréstimos de R$ 9,1 bilhões, o crédito imobiliário cresceu 12% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Abecip

Em janeiro de 2015, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 9,1 bilhões, aumento de 12% em relação a janeiro do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Foi o melhor mês de janeiro da série histórica do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Comparado a dezembro, observou-se um recuo dos empréstimos de 14,1%, mas isso apenas confirma o comportamento sazonal do crédito imobiliário, caracterizado pela redução das operações nos inícios de ano.

Nos últimos 12 meses, o volume de crédito imobiliário alcançou R$ 113,8 bilhões
Nos últimos 12 meses, o volume de crédito imobiliário alcançou R$ 113,8 bilhões

Nos últimos 12 meses, até janeiro, R$ 113,8 bilhões foram destinados ao financiamento à aquisição e construção de imóveis, resultado 2,9% superior ao dos 12 meses precedentes.

Unidades – Em número de unidades financiadas, no primeiro mês de 2015 foram realizadas operações de aquisição e construção de 43,7 mil imóveis, com crescimento de 9,4% sobre janeiro do ano passado – resultado que foi também o melhor para o mês de janeiro na série histórica.

Nos 12 meses, compreendidos entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2015, os financiamentos imobiliários contemplaram 542,1 mil imóveis, 1,5% mais do que nos 12 meses anteriores. Os dados revelam que se mantém a tendência de crescimento das concessões de crédito.

Em janeiro, as cadernetas de poupança dos agentes financeiros do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) apresentaram captação líquida negativa de R$ 4,45 bilhões, o que reflete o momento econômico caracterizado por desaceleração da atividade econômica.

Sazonalmente, janeiro concentra vencimentos de contas como IPTU, IPVA e despesas escolares, às quais se acrescentou, neste ano, o aumento de dispêndios com energia elétrica, combustíveis e transporte público. Essas despesas, em sua maior parte obrigatórias, reduzem a disponibilidade de recursos excedentes, que em anos anteriores tiveram como destino as aplicações em cadernetas de poupança.

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