Construção: Personalizar é a alma do negócio

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Construções com estilo personalizado agradam ao público

 Muitas vezes temos a impressão de já ter passado determinada construção antes. Isso ocorre porque as fachadas de muitos edifícios seguem um modelo pronto, engessado, principalmente empreendimentos de classe econômica, pois os projetos geralmente são os mesmos, só mudando a localização. Logo, construções diferentes passam ater fachadas muito parecidas. Mas esse comportamento está mudando. As construtoras estão primando por edificações contemporâneas, bonitas e diferenciadas.

A maioria das empresas não investe em construções mais modernas por causa do alto custo. Mas, Luciana de Castro Morais, diretora administrativa/comercial da Construtora Carrara, diz que é possível fazer edificações caracterizadas e sem gastar muito: “Por meio da utilização de materiais alternativos, que dão um acabamento e visual bonito, dá para ter uma fachada diferente sem aumentar os custos do apartamento”.

A arquiteta Flávia Soares diz que recursos não faltam para compor fachadas com estilo mais contemporâneo: “Acredito que muitos empreendedores têm medo de inovar. As construtoras que não têm esse medo criam projetos diferenciados e focados em públicos específicos. Essas empresas têm se destacado no mercado e se tornado referência”.

É com o intuito de atender às necessidades dos seus clientes e propor um serviço individual, que a Construtora Carrara opta por apartamentos com fachadas personalizadas. “É muito mais agradável morar em um apartamento bonito, confortável, seguro e valorizado pelo mercado, por ser personalizado. Nós sempre pensamos em gerar esse bem-estar para os clientes na hora de planejar uma obra”, reforça Luciana.

Flávia Soares tem outras dicas. “A nova opção em revestimento de fachada são os laminados. Outra alternativa são os revestimentos em alumínios, os alucobonds. A maior novidade do momento são fachadas revestidas com painéis de LED”, ensina. Para Flávia, o importante é usar a criatividade e tirar o foco da padronização que algumas empresas buscam, na intenção de diminuir custos, para lançar mão de edificações diferenciadas. “Ao comprar em grandes quantidades as construtoras economizam, contudo elas não vão consolidar uma identidade com o público que deseja atingir. No momento, o déficit habitacional é muito alto, por isso esse modelo padronizado vende. Mas, não acredito que esse movimento dure muito. As pessoas buscam, cada vez mais, externar suas individualidades”, ressalta.