Construção civil começa 2º semestre em queda

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O emprego na construção civil também teve queda, com índice de 36 pontos em julho
O emprego na construção civil também teve queda, com índice de 36 pontos em julho
Dados da Sondagem da Indústria da Construção  civil mostram que as dificuldades enfrentadas por esse segmento industrial continuam a se ampliar

A atividade econômica  da construção civil permanece desaquecida na indústria, segundo dados da pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),  em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O índice de nível de atividade comparada ao mês anterior oscila dentro da margem de erro e anota 38,2 pontos. Valores abaixo de 50 pontos traduzem queda na comparação com o mês anterior.

O emprego na construção civil também teve queda, com índice de 36 pontos em julho
O emprego na construção civil também teve queda, com índice de 36 pontos em julho

O índice de nível de atividade em relação ao usual também oscila dentro da margem de erro e se mantém abaixo de 50 pontos, indicando que o nível de atividade efetivo situa-se abaixo do usual. Em 12 meses, o índice de nível de atividade em relação ao usual recua 13,8 pontos. Quanto menor o índice, mais distante do usual. Nas grandes empresas, o nível de atividade em relação ao usual foi de 27 pontos, inferior à média nacional. O nível de utilização da capacidade de operação ficou estável em 60%, nove pontos percentuais menor do que o observado em julho de 2014. A maior ociosidade foi registrada nas pequenas empresas.

 A pesquisa também indicou que os empresários continuam céticos em relação ao desempenho do setor nos próximos seis meses. O pessimismo também atingiu a disposição dos empresários para investir. O índice de intenção de investimento na construção caiu para 26,6 pontos.

O emprego na construção civil também se mantém em queda e, assim como nos casos anteriores, o índice de evolução do número de empregados oscila dentro da margem de erro e marca 36 pontos em julho. O percentual médio de utilização da capacidade de operação (UCO) permanece estável em 60% em julho, 9 pontos percentuais menor do que o observado em julho de 2014.