Aluguel pelo IGP-M sobe 7,12% em 12 meses

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A variação acumulada do IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, em 2016, até novembro, é de 6,60%
A variação acumulada do IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, em 2016, até novembro, é de 6,60%
O aluguel que vence em dezembro reajustado pelo índice deve subir 7,12%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que reajusta o valor do aluguel, variou -0,03%, em novembro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em outubro, o índice variou 0,16%. Em novembro de 2015, a variação foi de 1,52%. A variação acumulada em 2016, até novembro, é de 6,60%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 7,12%.

O aluguel com  vencimento em dezembro e é reajustado pelo IGP-M deve subir 7,12% . O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, a mesma taxa do mês anterior, de 0,17%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de -0,05%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,03%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,36%. No mês anterior, este grupo variou 0,30%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou -0,16%. No mês anterior, a taxa foi de 0,15%. O índice relativo aos Bens Finais variou -0,82%, em novembro. Em outubro, este grupo de produtos subiu 0,07%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de 1,58% para -0,08%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,17%. Em outubro, a taxa foi de 0,86%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,26%, em novembro, ante 0,17%, em outubro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (-0,24% para 0,32%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item show musical, cuja taxa passou de -5,02% para 1,56%.