Aluguel: Índice IGP-M recua na 1ª prévia do mês

0
395
O IGP-M, que serve como reajuste de aluguel, registrou variação de 1,31% na primeira prévia de novembro
O IGP-M, que serve como reajuste de aluguel, registrou variação de 1,31% na primeira prévia de novembro

O aluguel reajustado pelo IGP-M começou novembro com alta de 1,31% 

O IGP-M, que serve como  parrâmetro para reajuste de aluguel, registrou variação de 1,31%, na apuração referente ao primeiro decêndio de novembro, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV). No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 1,64%. A apuração referente ao primeiro decêndio do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de novembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de outubro.

Já o O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu e registrou, no primeiro decêndio de novembro, taxa de variação de 0,23%, acima do resultado do mês anterior, de 0,12%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços variou 0,49%. No mês anterior, a taxa foi de 0,25%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não apresentou variação, pelo terceiro mês consecutivo.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,73%, no primeiro decêndio de novembro. No mesmo período do mês de outubro, o índice variou 2,36%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 1,34% para 2,19%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de     -2,22% para 5,44%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 1,78%, ante 1,84%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura que passou de 2,71% para 2,30%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,62%, no primeiro decêndio de novembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,40%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (0,66% para 1,90%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item gasolina, cuja taxa passou de -0,55% para 5,22%.