Aluguel: IGP-M recua na 2ª prévia de maio

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O IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,41% na 2ª prévia de maio
O IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,41% na 2ª prévia de maio
O segundo decêndio do IGP-M, que serve como índice de aluguel, vai  do dia 21 do mês anterior ao dia 10 do mês de referência

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que é parâmetro para reajuste de aluguel, subiu 0,41%  no segundo decêndio  de maio, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,16%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,41% na 2ª prévia de maio
O IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,41% na 2ª prévia de maio

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC)  também diminuiu no segundo decêndio de maio, com variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa foi de 0,72%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,61%. No mês anterior, a taxa foi de 1,04%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,01%. No mês anterior, este índice variou 0,43%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,39%, no segundo decêndio de maio. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 1,41%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 0,99% para 0,53%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 0,52% para -3,71%.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 1,61%, em abril, para 0,82%, em maio. O destaque coube ao subgrupo suprimentos, cuja taxa passou de 4,71% para -0,41%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,52%, no segundo decêndio de maio, ante 0,67%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (1,38% para 0,68%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 6,03% para 1,53%.