Aluguel: IGP-M diminui na 1ª prévia de dezembro

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Nos primeiros 10 dias de dezembro, o IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,44%
Nos primeiros 10 dias de dezembro, o IGP-M, que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, variou 0,44%
IGP-M, que serve como índice de reajuste de aluguel, variou 0,44%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como índice de aluguel,  registrou variação de 0,44%, na apuração referente ao primeiro decêndio  de dezembro, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 1,31%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de dezembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 do mês de novembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também diminuiu e registrou, no primeiro decêndio de dezembro, alta de 0,22%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,23%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,46%. No mês anterior, a taxa foi de 0,49%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não apresentou variação, pelo quarto mês consecutivo. 

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou  0,37%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês de novembro, o índice variou 1,73%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 2,19% para 1,19%.

Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,09% para 1,75%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 0,36%, ante 1,78%, no mês anterior. A principal contribuição para este recuo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura que passou de 2,30% para 0,28%. 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou taxa de variação de 0,73%, no primeiro decêndio de dezembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,62%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (0,31% para 0,94%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -2,80% para 7,49%.