Aluguel: IGP-M desacelera na 2ª prévia do mês

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No segundo decêndio de novembro, o IGP-M, que serve como índice para reajuste de aluguel, variou 1,45%
No segundo decêndio de novembro, o IGP-M, que serve como índice para reajuste de aluguel, variou 1,45%
IGP-M serve como parâmetro para o reajuste de aluguel

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como índice de aluguel,  registrou, no segundo decêndio de novembro, variação de 1,45%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,86%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu no segundo decêndio de novembro, com variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,14%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,57%. No mês anterior, a taxa foi de 0,30%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,04%. No mês anterior não houve variação.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,88%, no segundo decêndio de novembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 2,63%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 1,65% para 2,75%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -2,33% para 10,32%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,78%, no segundo decêndio de novembro, ante 0,57%, no mesmo período do mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,35% para 0,90%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -9,94% para 5,07%. Também foram computados acréscimos nas taxas de variação dos grupos: Transportes (1,22% para 1,48%), Saúde e Cuidados Pessoais(0,50% para 0,70%), Vestuário (0,56% para 0,81%) e Comunicação (0,14% para 0,41%).

As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens:gasolina(1,69% para 3,71%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,13% para 0,88%), roupas (0,52% para 0,78%) e tarifa de telefone móvel (-0,07% para 0,37%), respectivamente.