Aluguel: IGP-M avança na 1ª prévia de março

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O IGP-M, que serve como índice para reajustar aluguéis, teve alta de 0,74% no primeiro decênio do mês
O IGP-M, que serve como índice para reajustar aluguéis, teve alta de 0,74% no primeiro decênio do mês

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, começa o primeiro decêndio de março com alta de 0,74%. No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 0,09%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de março compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 28 do mês de fevereiro.

O IGP-M, que serve como índice para reajustar aluguéis, teve alta de 0,74% no primeiro decênio do mês
O IGP-M, que serve como índice para reajustar aluguéis, teve alta de 0,74% no primeiro decênio do mês

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminuiu e registrou, no primeiro decêndio de março, taxa de variação de 0,20%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,67%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,24%. No mês anterior, a taxa foi de 0,95%. O índice que representa o custo da Mão de Obra apresentou taxa de variação de 0,16%, em março. No mês anterior, este índice variou 0,42%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,79%, no primeiro decêndio de março. No mesmo período do mês de fevereiro, o índice variou -0,34%. A taxa de variação do índice referente a Bens Finais passou de 0,80% para 1,12%. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 1,94% para 5,12%. O índice correspondente aos Bens Intermediários variou 0,25%, ante -0,20%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de -0,58% para -0,17%.

O Índice de Preços ao Consumidor diminuiu no periodo, com variação de 0,88%, no primeiro decêndio de março. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,97%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Habitação (1,10% para 0,67%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 3,13% para 0,63%.