Aluguel em outubro pelo IGP-M sobe 8,35%

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O aluguel em outubro reajustado pelo IGP-M deve subir 8,35%
O aluguel em outubro reajustado pelo IGP-M deve subir 8,35%
 Aluguel em outubro  reajustado pelo índice IGP-M deve ter o cálculo dos últimos 12 meses

O aluguel em outubro reajustado pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV),  deve subir 8,35%. Essa é a alta do índice nos últimos 12 meses. Em setembro, o IGP-M variou 0,95%, Em agosto, o índice variou 0,28%. A variação acumulada em 2015, até setembro, é de 6,34%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 8,35%.

O aluguel em outubro reajustado pelo IGP-M deve subir 8,35%
O aluguel em outubro reajustado pelo IGP-M deve subir 8,35%

O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminui em setembro, com variação de 0,22%, abaixo do resultado de agosto, de 0,80%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,46%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,27%. O índice que representa o custo da Mão de Obra não registrou variação. No mês anterior, este índice registrou taxa de 1,27%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,30% em setembro. No mês anterior, a taxa foi de 0,20%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,47%, em setembro. Em agosto, este grupo de produtos mostrou variação de -0,76%. Contribuiu para este avanço o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -8,51% para -1,28%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,66%. Em agosto, a taxa foi de 0,16%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou  0,32% em setembro, ante 0,24%, em agosto. Seis das oito classes de despesad componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,01% para 0,17%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item frutas, cuja taxa passou de -2,41% para 0,19%.