Aluguel em junho pelo IGP-M terá reajuste de 4,11%

0
411
Em 12 meses, o IGP-M subiu 4,11%. Com isso, o aluguel em junho corrigido pelo índice sobe 4,11%
Em 12 meses, o IGP-M subiu 4,11%. Com isso, o aluguel em junho corrigido pelo índice sobe 4,11%
O aluguel em junho deve reajustado pelo índice dos últimos 12 meses; em maio o IGP-M variou 0,41%

O aluguel em junho que tem  vencimento  e é  indexado pelo  Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M),  poderá ser reajustado em 4,11%. Esta é a variação do IGPM em 12 meses. Em maio, o índice variou 0,41%, bem menor do que abriu, com 1,17%. O IGP-M é calculado  pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Em 12 meses, o IGP-M subiu 4,11%. Com isso, o aluguel em junho corrigido pelo índice sobe 4,11%
Em 12 meses, o IGP-M subiu 4,11%. Com isso, o aluguel em junho corrigido pelo índice sobe 4,11%

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também diminuiu em maio, com variação de 0,45%, abaixo do resultado de abril, de 0,65%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,67%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,95%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,24%. No mês anterior, este índice registrou taxa de 0,38%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA)  variou 0,30%. No mês anterior, a taxa foi de 1,41%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,50%, em maio. Em abril, este grupo de produtos mostrou variação de 1,11%. Contribuiu para este recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,10% para -2,62%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais registrou variação de 0,95%. Em abril, a taxa foi de 1,37%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,68%, em maio, ante 0,75%, em abril. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (1,42% para 0,75%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento da tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 6,05% para 1,78%.