Aluguel: 2ª prévia do IGP-M de março sobe 0,84%

0
381
O IGP-M, que mede o reajuste de aluguel, subiu 0,84% na segunda prévia de março
O IGP-M, que mede o reajuste de aluguel, subiu 0,84% na segunda prévia de março

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como parâmetro para reajuste de aluguel, subiu 0,84% no segundo decêndio de março, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,16%. O segundo decêndio do IGP-M   compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O IGP-M, que mede o reajuste de aluguel, subiu 0,84% na segunda prévia de março
O IGP-M, que mede o reajuste de aluguel, subiu 0,84% na segunda prévia de março

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminuiu e apresentou, no segundo decêndio de março, variação de 0,22%. No mês anterior, a taxa foi de 0,61%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,28%. No mês anterior, a taxa foi de 0,87%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,16%. No mês anterior, este índice variou 0,37%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,75%, no mesmo período. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de -0,22%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 1,03% para 0,75%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo bens de consumo duráveis, cuja taxa passou de 0,80% para -0,27%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 1,36%, no segundo decêndio de março, ante 1,02%, no mesmo período do mês anterior. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (1,13% para 2,43%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 3,37% para 12,89%.

Também foram computados acréscimos nas taxas de variação dos grupos: Alimentação (0,72% para 1,01%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,40% para 0,72%) e Vestuário (-0,12% para -0,08%).

As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens: hortaliças e legumes (2,93% para 7,28%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,61% para 1,46%) e acessórios do vestuário (0,58% para 1,26%), respectivamente.