Aluguéis: IGP-M sobe 0,82% em maio

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Com este índice em 12 meses, os aluguéis que são reajustados em junho pelo IGP-M devem subir 11,09%
Com este índice em 12 meses, os aluguéis que são reajustados em junho pelo IGP-M devem subir 11,09%
Em 12 meses, os aluguéis reajustados pelo IGP-M subiram 11,09%

Os aluguéis que são reajustados pelo  Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variaram 0,82% em maio, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em abril, o índice variou 0,33%. Em maio de 2015, a variação foi de 0,41%. A variação acumulada em 2016, até maio, é de 4,15%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 11,09%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Com este índice em 12 meses, os aluguéis que são reajustados em junho pelo IGP-M devem subir 11,09%.  

Já o  Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, alta de 0,19%, abaixo do resultado de abril, de 0,41%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,04%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,29%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,32%. No mês anterior, este grupo variou 0,52%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,98%. No mês anterior, a taxa foi de 0,29%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,21%, em maio. Em abril, este grupo de produtos mostrou variação de 0,30%. Contribuiu para este recuo o subgrupo bens de consumo não duráveis exceto alimentação e combustíveis, cuja taxa de variação passou de 1,51% para 0,98%. Excluindo-se os subgruposalimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,22%. Em abril, a taxa foi de 0,37%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,65%, em maio, ante 0,39%, em abril. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (-0,28% para 0,38%).  Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -3,65% para 0,41%.