A busca por segurança

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A procura por empresas de segurança eletrônica tem crescido cada vez mais. Seja em residências ou empresa, sempre é possível encontrar uma câmera, cerca elétrica ou sensores.

As necessidades são as mais variadas: monitorar um funcionário, uma babá, uma empregada, ou até mesmo melhorar a eficácia contra a invasão de um assaltante. 

        Um sistema de segurança básico, com Kit de alarme, central de monitoramento e sensor de presença custa cerca de R$ 1 mil. O preço de um projeto para um prédio de cinco andares e área de 200 m2 pode variar de R$ 5 mil a R$ 15 mil, de acordo com o tipo de equipamento. A manutenção do sistema sai por cerca de R$ 150,00 mensais. Este valor varia de acordo com cada contrato.

       Hoje, a segurança eletrônica está diretamente ligada à tecnologia. Sempre há um equipamento novo no mercado. Mas é importante ressaltar que a eficácia de cada equipamento está agregado a valores como o saber ouvir o cliente, a fim de conhecer os objetivos pretendidos com a instalação do equipamento.

       Belo Horizonte tem atualmente mais de 10 empresas de segurança legalizadas e que fazem serviço de monitoramento. O mercado, entretanto, é muito amplo e complexo. Existem dezenas de outras empresas que só instalam equipamentos, outras que somente vendem, além de autônomos que vendem e instalam alarmes.

       A empresa Master Security fecha em torno de 100 novos contratos por mês. De acordo com a gerente comercial da empresa, Ana Paula Garcia, nem sempre o equipamento mais caro ou com mais tecnologia vai ser o mais eficaz. “Às vezes você tem um equipamento com alta tecnologia que, para determinado tipo de cliente, não precisava ser tão robusto. Talvez um equipamento mais simples tenha a mesma eficiência que um de alta tecnologia”, diz.

       Para o médico Itamar Machado de Souza, morador do bairro Serra, a segurança é um dos fatores primordiais para se manter a tranqüilidade e, consequentemente, a qualidade de vida. “No meu prédio a segurança é uma das maiores preocupações dos síndicos. Hoje, possuímos cerca elétrica, alarme com código e câmeras de segurança e porteiro, mas sabemos que todos esses equipamentos não vão evitar a entrada de um assaltante, vai apenas dificultar a ação deles”.

       Outra novidade do mercado são os projetos de segurança arquitetônicos, que visam à reestruturação dos edifícios para oferecer mais tranquilidade e segurança aos seus ocupantes. Esses projetos mostram ao cliente como se proteger ao projetar sua casa, apartamento ou empresa. Verificar a funcionalidade do local, o tipo de ambiente para adequações de equipamentos ou até mesmo a inserção de uma porta e janela blindadas, além de espaços projetados com toda infra-estrutura para manter os moradores ou funcionários seguros em horas de dificuldades são algumas das alternativas.

Cercas

As cercas mais comuns hoje são as elétricas e as de corte, chamadas de Concertinas. As concertinas são feitas de aço galvanizado ou inoxidável e dificilmente são cortados por ferramentas convencionais. Em forma de espiral, elas possuem lâminas pontiagudas e cortantes. Já as elétricas são consideradas mais inibidoras, pois, além do choque quando tocadas ou rompidas, os fios elétricos podem ser configurados para tocar sirenes, acionar holofotes e efetuar discagens telefônicas.

 

Quando o assunto é segurança, muito cuidado. A compra de bom equipamento começa com a escolha de uma empresa que oferecerá o serviço de consultoria e análise de risco e vulnerabilidade. Um profissional capacitado pode indicar a melhor tecnologia para cada situação e analisar fatores simples, mas que podem influenciar no perfeito funcionamento do equipamento. Entre eles, a chuva, ventos, o calor e o frio, que podem interferir na sensibilidade do equipamento e provocar disparos falsos.

 

Vale lembrar também que, às vezes, fazer um seguro residencial ou comercial não sai tão caro, pode diminui a dor de cabeça em relação ao assunto e trazer tranquilidade.  cercaeletrica-1